Um filho chamado luar
A noite apaixonou-se pelo dia
fazendo juras de amor sem par.
E entre as brumas da nostalgia
nasceu um filho chamado luar.
E é no meio de Angola que mora
a raiz de uma saudade que enleio.
Por isso é que sou branco por fora,
preto por dentro e mulato no meio.
Mas tudo isso são coisas do coração,
dos que amam sem olhar a quem,
dos que dão força à força da razão
e que nos ajudam a sermos alguém.
Orlando Castro

Amei o poema de Orlando Castro!!!!
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